Sou uma paraquedista

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Costumo dizer que cai de paraquedas na Comunidade Luz da Vida. Depois que comecei a dizer isso, mergulhei em meus profundos pensamentos e viajei na comparação que fiz, mas achei no mínimo interessante.

O paraquedista é um esportista corajoso, audacioso, e não deixa o medo o controlar. Ele está sempre sujeito a riscos, às vezes fatais, e mesmo assim toda vez que vai saltar é uma nova emoção, novos preparativos, e mais uma vez supera o medo.

Sempre, por mais que caia nas árvores e/ou não consegue alcançar o alvo ele está sempre disposto para saltar novamente.

O paraquedista confia sempre que o DISPOSITIVO do paraquedas não vai falhar, em nenhum momento ele pensa que isso pode acontecer e se pensa ele não deixa isso interferir no seu propósito. Detalhe, ele tem um instrutor que o ensina como fazer, sugerindo manobras e incentivando o próximo salto.

Comigo é assim, há algum tempo que venho preparando meu salto, sempre com o frio na barriga, cada salto é um frio na barriga, mas a cada salto eu não deixo o medo me dominar.

Fiz o caminho na Luz buscando conhecimentos religiosos, após alguns meses de caminhada descubro que o "curso" era para ser consagrado Luz da Vida. A partir daí deu inicio a uma inquietação. O coração pede, a razão rejeita, o coração diz sim, a razão não, o coração diz que será bom e a razão sempre mostrando os percalços. No último dia dei um chute na razão e ouvi meu coração, e aqui estou. Cada segunda-feira é um novo salto, mas sempre com a minha instrutora que me conduz sabiamente, embora me conheça há pouco tempo, sabe mais sobre mim do que eu mesma.

Nesse pouco tempo já pousei em lugares que não era o meu alvo, mas tenho superado bem cada descida, pois o meu paraquedas é Jesus Cristo, que me renova sempre a cada passo na minha caminhada. Às vezes caio nas árvores e me arrebento nos meus pecados, mas Ele me mostra o caminho certo e recomeço. Já caí em lugares que não queria, e Ele ali a me instruir e consolar.

Deus nos dá oportunidades de fazer o bem e amar o próximo, e ser Luz da Vida é encontrar essas oportunidades nas obras sociais, nas missões e na convivência com os irmãos Luz da Vida.

Um fato que me recordo sempre com ardor no coração, foi quando no último dia de caminho a formadora pediu para irmos para a capela e rezarmos para saber se era essa a nossa vocação. Rezei e abri a Bíblia no Evangelho de João 1,1-8. Quando li o último versículo senti meu coração arder e como uma boa chorona, a lágrima caiu: "Não era ele a luz, mas veio para dar testemunho da luz". Durante um mês ficaríamos em oração, nunca rezei tanto. Várias passagens vieram entre elas Samuel 2, 22 -33 "Senhor, sois meu farol... É Deus quem me cinge de coragem e aplana meu caminho. Depois de tudo isso a razão e as incessantes análises me acompanhavam e atormentavam a minha mente, mas não deixei que me dominassem, apenas as usei para o meu crescimento espiritual.

Eis que chegou o dia do sim. Só um parêntese para comparar com o audacioso e corajoso paraquedista. Ele no avião, olha ao seu redor e só consegue ver a imensidão do universo, mas mesmo assim ele salta e sente emoções inexplicáveis, que só quem pratica sabe como é. Assim, confiando que Jesus Cristo me guiará estou aqui a caminhar. Tenho uma diferença grandiosa em relação ao paraquedista, o meu "dispositivo" nunca falha e estou caminhando pela graça de Deus.

 

Kitia Rubia de Oliveira

Noviça Aliança Luz da Vida

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Mãe e filho, a alegria de ser consagrados Luz da Vida

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Hoje comemoramos o Dia das Mães, apesar de que, mãe não tem data exclusiva, todos os dias e o Dia das mães. No entanto é muito bom, pois vem sempre acompanhado de um bem-vindo presente e vários beijos e abraços. Como é gratificante ser mãe, sou muito grata a Deus pelos filhos que tenho, são um presente, uma missão que Deus me confiou. A missão de ser mãe é especial, sem explicação, dedicamos toda a nossa vida aos filhos, educamos, cuidamos para que nada lhes falte, conhecemos a cada um só de olhar, e pedimos sempre a todo instante a proteção de Deus em suas vidas. O amor de mãe é inexplicável, muitas vezes deixamos nossa vida de lado e pensamos somente no melhor para nossos filhos.

Diariamente coloco meus filhos no colo de Nossa Senhora, porque Nossa Senhora é um exemplo de mãe para mim, aprendo diariamente com ela, ao contemplar sua vida, seu olhar, eu sinto o quanto ela me ama e cuida da minha família.

Agradeço muito a Deus pelo presente de ter um filho consagrado na Comunidade Luz da Vida, Diego Elias Nascimento. Há algum tempo atrás me senti muito sozinha, abandonada, achando que estava perdendo o meu filho por ele ter saído de casa e ter ido morar na Comunidade, não conseguia entender esse chamado, e questionei Deus, pois pensava ser dona dele, mas a certeza que veio de Deus e que os filhos não são de Deus, Ele apenas nos confia está missão de ser mãe, de cuidar dos filhos, pois depois que crescem vão para a missão que Deus confiou também a eles.

Através do meu filho Diego conheci o Carisma Luz da Vida e senti ao olhar nos olhos dele a felicidade em servir a Deus, servir ao irmão. Hoje vivo esta experiência do noviciado na Comunidade Luz da Vida em Estado de Aliança, estou vivendo uma vida mais íntima com Deus, aprendendo o quanto Deus me ama e levado para dentro de minha casa um amor inexplicável, descobri a alegria de ser de Deus, de SER MÃE, ESPOSA E CONSAGRADA LUZ DA VIDA, a cada dia aprendo mais.

Que neste dia das Mães todas as mães recebam o abraço de seus filhos e se sintam abraçadas por Nossa Senhora, olhem dentro dos olhos de seus filhos percebam o olhar de Deus. Muito obrigada, Senhor, por cuidar de mim, dos meus filhos, da minha família.

Sou muito feliz por ser mãe, sou feliz por ser Luz da Vida.

Joana D’arc F. Nascimento

Noviça Aliança- Comunidade Luz da Vida

 

A minha família é o grande fruto do meu sim, consigo ser família hoje, amá-los graças a minha comunidade e ao carisma. Neste ano de 2012 a minha mãe, que no inicio da minha vocação colocou grandes resistências devido às inseguranças, assumiu assim como eu o compromisso com a comunidade, só que no estado de aliança, isso porque em 2011 ela foi chamada a perseverar no caminho, não tem como não dizer que meu sim e a perseverança da minha não sejam de deus, se não em meio a grandes dificuldades já teríamos desistido. Além da consagração da minha mãe, a proximidade do meu pai e dos meus irmãos, principalmente com a igreja é outro fruto. Hoje graças ao senhor a minha família, tem um membro consagrado no estado de vida, um no estado de aliança, meu pai e meus irmãos colaboram com a comunidade sendo amigos da luz pelo débito automático, tudo isso para a honra e glória de Deus que sempre é fiel há suas promessas, não me arrependo jamais por ter deixado tudo por conta da caridade de cristo, até porque não tem como se arrepender, pois Deus me faz feliz, grande abraço e que assumamos o seguimento de cristo. Amém!

                                                           Diego Elias Nascimento

Consagrado Luz da Vida

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Maternidade renovada, eu sou mulher

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Minha maternidade foi renovada quando comecei a assumir meu papel de mulher.

Eu chegava em casa e minhas filhas não vinham ao meu encontro, a única que se alegrava com minha chegada era a Luma, nossa cadelinha podde.

Era uma mulher amarga, rancorosa, agressiva e desequilibrada. Assumia sem necessidade real o papel de chefe do lar, e toda aquela responsabilidade, autoritarismo, controle, me desgastavam enormemente. Minha saúde física e emocional já estava comprometida.

Meu marido sempre existiu, mas eu o tratava com desprezo, pois considerava arrogantemente que eu era mais capaz de administrar o lar do que ele. E depois o humilhava e o maltratava por estar cansada, por exercer o papel que era dele e que ele deveria assumir. Porém, na verdade eu mesma não admitia, não aceitava e nem deixava que fosse o homem da casa, o homem de nossas vidas.

Nesse contexto nasceram e foram criadas nossas duas filhas por dez anos, até fevereiro de 2008, quando deparei-me, ou melhor, tive uma trombada com Jesus pelo anúncio do evangelho da Comunidade Luz da Vida, no encontro do Projeto Família do Céu Aqui na Terra.

Naquele encontro, Deus me amou de tal maneira, que eu não entendia, não discernia os pensamentos e sentimentos! Como alguém como eu poderia ser amada assim nas suas misérias. Quanto mais Deus me amava, mais eu me arrependia dos meus erros como mulher, esposa e mãe. Eu me derramava em lágrimas de emoções que aparentavam dúbias, mas se completavam de dor de ter agredido tanto meu marido e minhas filhas com minhas atitudes descontroladas e desequilibradas e ao mesmo tempo o contentamento por ser perdoada por Deus de Misericórdia. As lágrimas eram o sinal naquele momento de que algo novo estava acontecendo, aquela experiência mudaria minha vida, o rumo da minha história, o meu jeito de pensar e sentir, o meu jeito de viver.

E assim, fui me entregando gradativamente a esse Deus maravilhoso, cheio de misericórdia e tenho aprendido que por meio do arrependimento de cada atitude ainda velha minha é que Deus me capacita para mudança. O Arrependimento é uma graça, um dom que devemos pedir sempre todos os dias, para viver essa experiência do amor de Deus, pedir perdão e ser perdoada. E, claro, mãos à obra, lutar para viver o que Deus sonhou para mim enquanto mulher, esposa, mãe e consagrada Luz da Vida.

E partir de então, atualmente com quase 15 anos de casada, procuro e busco viver junto a Jesus, pela força do Espírito Santo que nas minhas orações diárias sempre me conduz a palavra do Pai, sendo a principal delas, a fonte de toda renovação do meu seu ser, fonte da minha conversão, da minha vocação de mulher, mãe e missionária Luz da Vida, que está no final de Efésios, 5,33: mulher respeite o seu marido.

Quanto mais eu vou permitindo Jesus ser meu amigo e me convencer pelo seu Santo Espírito que devo respeitar o meu marido, mais minha feminilidade vem à tona, mais doce e mansa com minhas filhas eu me torno mais presente em suas vidas estou, mais assumo meus deveres do lar, mais eu gosto de organizar minha casa; de brincar com mais nova que tem 9 anos, de conversar e trocar ideias com a mais velha de 14 anos, mais eu gosto de fazer uma comida que elas e o Carlos gostam, dos bolos, mousses e brigadeiros que elas se deliciam, mais eu gasto tempo em abraçá-las, beijá-las, acolhê-las, mais participo de suas vidas escolares, de sua intimidade, de suas amizades, mais eu intercedo por elas em oração, mais concilio assuntos com o pai delas em conversas íntimas no nosso quarto, respeitando a cada dia sua decisão quanto a educação delas.

E finalmente, mais eu devolvo o papel da decisão, da ordem, da disciplina, do prover material ao pai delas. E quanto mais elas vão percebendo que a mãe é mulher e o pai é o homem da casa, mais seguras, mais saudáveis, mais alegres elas se tornam. E eu mais realizada, mais curada e liberta.

Por que na verdade, é este o plano de Deus para as famílias, a saúde dos filhos está na união e amor conjugal dos pais, que não se reflete se um, o outro ou ambos não assumem seu verdadeiro papel de mulher e homem dentro da família. É essa a aliança que fizemos com Deus no altar.

Minha maternidade abençoada, querida por Deus, é renovada pelo Senhor todas vezes que em pequenas atitudes no meu dia a dia exerço o meu papel de mulher e não mais o de homem da casa. Dessa forma, como verdadeira mãe eu busco, me esforço, me sacrifico, renuncio atitudes velhas e novas que surgem, e, claro, muitas vezes caio, mas a força do levantar está em Deus e não há outro caminho.

O levantar está em Deus, porque confiar no Amor que se entregou na Cruz, Ressuscitou e disse que estaria conosco é presença viva na sua Santa Igreja. Jesus se faz presente nos presenteando ao fundar sua Igreja que com sua sagrada tradição, com seus ensinamentos catequéticos, com os sacramentos, especialmente com a Confissão nos deu essa oportunidade sempre atual de sermos acolhidas na Sua infinita Misericórdia, de sermos redimidas de nossos erros de esposa e mãe e todo pecado, para que lavadas possamos receber com o coração sedendo, o maior milagre que já existiu, a Eucaristia. E assim completadas por Aquele que nos ama perdoando, continuamos nossa luta de sermos cada vez melhor para os nossos próximos mais próximos, nossos maridos e filhos.

Lembrei-me agora de um fato recente que me pôs a prova. Fui convidada para assumir uma função no meu trabalho recheada com uma gratificação, que traria um acréscimo no meu salário, mas para isso eu deveria mudar meu turno, voltar a trabalhar à tarde até a noite.

Neste momento, se eu não caminhasse seguindo Jesus, se eu não confiasse que Ele realmente é o Caminho, a Verdade e Vida, eu poderia pensar que ganhando mais eu poderia “dar mais coisas” às minhas filhas e isto as faria felizes. Porém, conhecendo os efeitos de praticar a palavra de Deus na minha vida pessoal eu renunciei a proposta, pois realmente o que faz minhas filhas felizes não são as coisas materiais e sim uma mãe presente, amorosa, carinhosa, cuidadosa, conciliadora, intercessora.

Em suma, ainda não sei qual é a vocação de cada uma das minhas meninas, se é o matrimônio, celibato ou vida religiosa, o que sei é que em qualquer estado de vida que Deus escolher, elas terão o meu testemunho: de despertar nelas a beleza de ser mulher e mãe, neste mundo corrompido pelo paganismo que prega o hedonismo e feminismo exacerbado. Elas terão “a faca e o queijo na mão” para serem verdadeiras mulheres, assumindo este dom maravilhoso, podendo ser canal de graça na vida de qualquer pessoa, e caso sejam de seus maridos e filhos, poderão ser mães segundo a palavra de Deus.

E finalmente, hoje, elas têm gosto pela mãe; hoje elas me recebem com alegria, carinho, com abraços, beijos e estórias para contar, e a Luma aguarda ansiosamente a vez dela para eu corresponder a sua acolhida.

Que o mês de maio mulher não seja mais um, seja o Mês da Renovação de Sua maternidade. Desejo a todas vocês que se entreguem de corpo e alma na palavra de Deus. Que Deus abençoe. “Ser Luz da Vida é ser Amor que Une”.

 

Lorena Di Naves

Noviça Luz da Vida- Estado de Aliança.

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Vi minha filha ressuscitar nos meus braços

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Em tudo temos que depender de Deus, pois Ele está sempre atento às nossas necessidades. Em 1994, meu filho Pablo nasceu e foi direto para UTI da maternidade. Colocaram sonda no nariz e na boca, agulhas na cabeça e nos pés. Pedi ao Senhor pela sua vida, e Ele escutou a minha súplica. Meu filho estava curado, mas a minha fé seria provada novamente com a minha filha Paloma em 1996. Ela tinha crise asmática, e os médicos falavam que nem todos ficam curados. Ela passava mais tempo no hospital do que em casa. Não podia fazer muito calor e nem muito frio que ela entrava em crise; era muito sofrimento para nossa família. A última vez ela ficou 10 dias internada no hospital Lucio Rabelo. Naquele tempo, morávamos num barracão no fundo do lote da casa do meu sogro, e gastamos muito com remédios.

Numa sexta feira de agosto de 2002, fui jogar futebol com meus colegas de trabalho, mas não dei conta de jogar. Fui embora de ônibus quando desci do ônibus, percebi que alguém andava ao meu lado e era uma mulher que me dizia para levar minha filha a Aparecida do Norte com roupinha branca. Sempre fui devoto de Nossa Senhora e naquela noite, tive certeza que era Maria intercedendo pela minha filha. Ao chegar em casa, minha mulher Andréia foi ao meu encontro falando que Paloma estava morrendo, mas não fiquei preocupado. Fui ao seu quarto e a vi na cama com os olhos brancos e a pele pálida; peguei-a no colo e proclamei a sua cura pela intercessão de Nossa Senhora. Sentei com ela num tamborete de madeira e coloquei sua cabecinha no meu coração. Andréia chorava muito por vê-la daquele jeito. Quando olhei do meu lado, eu vi a mesma mulher com as mãos na minha cabeça e na cabeça da Paloma. De repente, minha filhinha sentou-se no meu colo totalmente curada, pedindo para brincar com o irmãozinho Pablo.

Eu chorava muito. Não perdi tempo, guardei todos os remédios, porque não precisaria mais deles, quando fui guardar o aparelho de aerossol, vi que ele estava queimado.......  Vi minha filha ressuscitar nos meus braços pela intercessão de Nossa Senhora.

 

Vanderlei, Andréia, Pablo e Paloma

Grupo de Oração Lançai as Redes

                                                                                                     

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São José Operário, exemplo de vida e de trabalho

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Após ter exposto as parábolas, Jesus partiu.Foi para a sua cidade e ensinava na sinagoga, de modo que todos diziam admirados: Donde lhe vem esta sabedoria e esta força miraculosa?Não é este o filho do carpinteiro? Não é Maria sua mãe? Não são seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas?
(Mt 13, 53-55)

Jesus, o Filho do Altíssimo foi reconhecido pelas pessoas de sua cidade como o “filho do carpinteiro”. José, com sua simplicidade e humildade, foi escolhido para essa missão de cuidar, educar e formar Jesus dentro das leis dos homens e do Senhor. Era um homem trabalhador, honesto, respeitado por todos pela sua postura e conduta reta.

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