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QUERIGMA - O PODER DE DEUS TRANSFORMANDO SUA VIDA

Querigma - SITE

A Comunidade Luz da Vida traz para você

QUERIGMA - O PODER DE DEUS TRANSFORMANDO SUA VIDA

26 a 28 de agosto

Sexta-feira às 19h30
Sábado das 13h30 às 18h
e Domingo das 7h às 13h (com Santa Missa)

Pregações com Luiz Antônio, Weslaine Cardoso, Divino Antônio, Ari Jr., Ir. Adriana, e Toninho (Comunidade Naiot)

VENHA EXPERIMENTAR A FORÇA DO AMOR DE DEUS!!

LOCAL: Paróquia São Sebastião
Av. C-5 c/ Rua C-33 – Jd. América  - 74265-050 – Goiânia-GO

INFORMAÇÕES: (62) 3247-2000 / 3298-3020

Semana da Família 2016

Semana da Família - SITE

Venha viver uma semana que transformará a sua família!!!

Santa missa e pregações todos os dias

14 a 21 agosto 19h30h

LOCAL: Casa de Missão
Rua A 2 - Quadra 3 - Área 2, Residêncial Anhembi

INFORMAÇÕES: (62)3537-0070 / 3247-2000 / 3298-3020

REALIZAÇÃO: Projeto Família do Céu aqui na Terra

Primavera da Comunhão 2016

XVPrimComunhão - SITE

Venha participar deste que é o maior evento da Comunidade Luz da Vida e que está completando 15 anos:

XV PRIMAVERA DA COMUNHÃO
Uma nova Primavera para a sua família

24 e 25 de Setembro

Shows com Fred (Banda Dom), Jake e Naldo José

Pregações com Padre Joãozinho e Luiz Antônio

Santa Missa no domingo com Padre Cadu

Ingresso: 2kg de alimento não perecível

LOCAL: Chácara da Nossa Senhora das Graças, sede da Comunidade Luz da Vida

INFORMAÇÕES: 3247-2000 / 3298-3020

O que é a Transfiguração do Senhor?

Transfiguração - SITE

“Hoje, no Tabor, transformou Cristo a escura natureza de Adão: revestindo-a de seu esplendor, divinizou-a ” [1]

Dentre as teofanias narradas nas sagradas escrituras, a Transfiguração é a que traduz profundamente a teologia da divinização do homem. No Tabor Cristo transforma a natureza humana, escurecida em Adão, revestindo-a com o seu esplendor. De forma concreta se percebe que Cristo não se despe de sua divindade, mas, reveste a humanidade de sua glória.

Segundo a tradição o evento da transfiguração ocorreu 40 dias antes da crucificção, ela é a ponte que introduz no calvário e por fim na ressurreição, situada antes do anuncio da paixão e da morte, prepara-os para a compreensão deste mistério. Quase que na mesma dinâmica a Igreja celebra a festa 40 dias antes da Exaltação da Santa Cruz, ou seja a seis de agosto. Desde o seculo V a Igreja faz memoria daquele dia em que o Pai dá testemunho do Filho diante de Pedro, João e Tiago.

De forma quase idêntica a transfiguração é narrada pelos evangelhos sinóticos, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão (Cf Mt 17,1). São João Crisóstomo afirma que estes foram escolhidos pois “Pedro amava a Jesus mais do que os outros, João porque era amado por Jesus mais do que os outros, e Tiago porque se unira na resposta do irmão: ‘Sim, podemos beber do teu cálice’ (cf. Mt 20,22).”

Há na transfiguração uma nova manifestação trinitária, após a ocorrida no batismo a voz do Pai dá testemunho, o Espírito ilumina e o Filho recebe e manifesta a palavra e a luz. Para mergulharmos no sentido profundíssimo desta festa recorreremos a iconografia cristã, que traz para nós o Ícone da transfiguração do Senhor, também chamado de Ícone da Luz, pois é exatamente disso que fala.

A cena mostra Cristo que sobe com os três apóstolos ao monte Tabor e lá se transfigura diante deles. “Seu rosto resplandeceu como o sol, suas vestes tornaram-se brancas como a luz, tão brancas que nenhuma lavadeira do mundo poderia alvejá-las.” (cf.Mt.17,2.Mc.9,3). Aparecem então Moisés e Elias, que conversavam com Jesus. Os apóstolos caem com a face em terra diante de tamanha glória. Pedro ousa elevar o olhar e diz: “Rabbi, é bom estarmos aqui; vamos erguer três tendas: uma para ti, uma para Moisés, outra para Elias”. Eis que apareceu uma nuvem que os encobriu e dela veio uma voz que dizia: “este é meu Filho bem-amado, ouvi-o!”. Logo após, não viram mais ninguém, a não ser Jesus, só, em sua simplicidade humana, com eles.

O monte

A montanha é nas sagradas escrituras o Lugar da revelação de Deus, é precisamente no Horeb que Deus dá-se a conhecer a Moisés, essa manifestação é como a transfiguração, expressa o desejo de Deus de dialogar com o homem, de tornar-se parte de sua vida. Dialogo é sinonimo de oração, amizade com Deus, conhecimento de Deus; é no alto do monte que Deus se revela, foi assim com Moisés, com Elias e agora com os discípulos aos quais Cristo deseja levar aos cumes do Seu conhecimento.

Para alcançar topo é necessário um caminho árduo, a subida do monte faz perceber que no meio do caminho existem pedras, espinhos, que a posse dos bens tanto materiais como espirituais pesa muito e pode impedir o homem de atravessar para chegar, ou melhor, para retornar a Deus. O cenário do ícone é rochoso para expressar justamente essa realidade.

Os apóstolos

Na parte inferior do ícone encontramos os apóstolos, que apontam aquilo que é terreno, eles caem com o rosto por terra (cf Mt 17,6) por não suportarem o esplendor da gloria de Deus, assim como Elias e Moisés era preciso esconder o rosto, pois este Deus é “Terrível”. Lucas fala de um sono (cf.Lc.9,32) os discípulos mergulham na escuridão e ao acordar deparam-se com Cristo envolto em sua glória.

Apesar de não entender o que está acontecendo vivem este momento de forma intensa, um misto de alegria celeste e de temor toma conta deles e os leva a sentir o desejo ardente de permanecer ali, é Pedro quem o expressa quando diz: “é bom estarmos aqui!” . No alto do Tabor, Cristo transfigura a existência dos apóstolos, infundindo neles a vocação à santidade. Cristo insere os discípulos no coração da Trindade, infunde no coração deles o desejo de buscar o alto.

Mas os discípulos se assustam, como pode? Há uma belíssima cena Cristo glorioso, aquela que contemplarão mais uma vez no dia da ressurreição, o desejo do céu, a beleza de Cristo não os impede de sentirem-se atemorizados diante da majestade divina, é a experiência do Tudo e do nada, da grandeza e da pequenez que provoca o medo, mas um medo saudável, que recorda ao homem quem é Deus e o desperta sempre mais no caminho da santidade. Sobre isso São Francisco nos ensina muito quando inumeras vezes repetia diante do Crucifixo de São Damião “Quem sois vós, Senhor, e quem sou eu?” e respondia ele mesmo a pergunta: “Vós, o altíssimo Senhor do céu e da terra; e eu um miserável vermezinho, vosso ínfimo servo” É uma experiência de Tabor reconhecer-se pequeno e contemplar a grandeza de Deus.

Moisés e Elias

Os discípulos veem dois personagens ao lado de Jesus, Moisés e Elias: a lei e os profetas que se inclinam em adoração a Cristo, centro, personificação e o cumprimento da Lei e de toda Profecia. Eles podem contemplar aquilo que tantos profetas profetizaram e esperaram, Cristo (cf Lc.10,23). A primeira aliança aponta para a ultima. “Moisés e Elias tiveram de receber a revelação no monte de Deus; eles estão agora conversando com aquele que é em pessoa a revelação de Deus”[2]

Moisés, à direita, trás consigo um volume da Lei, que parece oferecer ao Cristo que já prefigurado pela pessoa de Moisés no Antigo Testamento tem nas mãos o Evangelho, que de forma perfeita contém toda a lei e o cumprimento da profecia.

Orígenes diz que o erro de Pedro ao expressar o desejo de construir três tendas parte do princípio de que “para a Lei, os Profetas e o Evangelho não existem três tendas mas uma só, que é a Igreja de Deus”[3] Elias à esquerda aponta para o Cristo, identificando-o como o centro de toda profecia, ele que tivera uma experiência com o Todo-Poderoso no Horeb agora não precisa mais cobrir o rosto, vê a Deus face a face e fala-lhe como a um amigo.

Há um dialogo entre os três, Lucas sublinha “que apareceram envoltos em glória, e falavam da morte dele, que se havia de cumprir em Jerusalém” (Cf Lc 9,31). “O tema do seu diálogo é a cruz, mas entendida de um modo envolvente como o êxodo de Jesus, cujo lugar devia ser Jerusalém. A cruz de Jesus é êxodo: partida desta vida ,passagem através do “mar vermelho” da paixão e ida para a glória, na qual permanecem os sinais das chagas”[4] Um hino da liturgia bizantina recita, “Conversando com Cristo, Moisés e Elias revelam que ele é o Senhor dos vivos e dos mortos, o Deus que tinha falado na lei e nos profetas; e a voz do Pai, que sai da nuvem luminosa, “dá-lhe testemunho”.

O Cristo

No centro do ícone, assim como no texto do evangelho, está o Cristo, isso retrata, como já citamos que ele é o centro de tudo, “por Ele todas as coisas foram feitas”[5], é dele que emana a luz que ilumina a cena, Ele é a “Luz da Luz”[6] uma luz incriada que dissipa as trevas, põe fim ao torpor e anuncia uma beatitude que não passará. “As vestes brancas de luz de Jesus falam também na transfiguração a respeito do nosso futuro. No Apocalipse, as vestes brancas são expressão do ser celeste — as vestes dos anjos e dos eleitos. Assim, o Apocalipse de S. João fala das vestes brancas que os que foram redimidos podem trazer (cf.especialmente Ap7,9.13;19,14). Porém ele nos permite saber agora algo de novo: as vestes dos eleitos são brancas, porque foram lavadas no sangue do cordeiro (Ap 7,14), isto é, porque pelo batismo foram ligadas com a paixão de Jesus, e a sua paixão é a purificação que restitui a veste original, que perdemos pelo pecado (cf. Lc 15,22). Por meio do batismo somos revestidos com Jesus na luz e tornamo-nos nós mesmos luz”[7]

Da luz de Cristo partem três raios que incidem diretamente sobre os apóstolos, que como abemos caem por terra, pois nenhum homem pode ver a face de Deus e continuar vivo (cf.Ex.33,20). Os círculos ao redor da figura de Jesus representam os céus. Percebe-se que Ele ultrapassa os seus limites, pois nem mesmo os céus são capazes de conter tamanha grandeza.

A nuvem sagrada a Shekhina sinaliza a presença do próprio Deus. Na Tradição veterotestamentária a nuvem sobre a tenda da revelação mostrava presença de Deus. Jesus é a tenda sobre a qual está a nuvem e é a partir daí que todos são envolvidos por sua sombra. Vemos ainda uma cena um tanto familiar, da nuvem ressoa clara a voz que diz: “Este é o meu Filho muito amado; ouvi-o!” (cf Lc 9,35). A proclamação da filiação acrescenta-se um imperativo: “ouvi-o!” podemos lembrar da subida de Moisés ao monte, onde recebeu a lei, agora sobre um monte é dito de Cristo “A Ele deveis escutar!”, a aparição termina e os discípulos descem com esta ordem intima, “escutai-o!” e estas palavras guardarão, aprenderão e ensinarão para sempre.

Na Comunidade Católica Shalom existe um canto que expressa um desejo, “Jesus queremos te ver, o teu rosto brilhará em nós! Queremos te ver, transfigura-nos em Ti Jesus” Os discípulos contemplam a glória de Deus, segundo a sua capacidade humana. Pensemos em nós hoje, Cristo continua se transfigurando e o faz em nós. É na Palavra que Cristo revela sua identidade. Em nós pela evangelização, o Pai fala forte: “eis o meu Filho”. Na Igreja a tenda de Deus meio meio dos homens, a gloria de Cristo se manifesta na sagrada liturgia, que traz na Eucaristia o Ressuscitado que passou pela cruz, anunciando a sua morte e proclamando a sua ressurreição.

Vinícius C. Ribeiro
Missionário da Comunidade Católica Shalom
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[1] Hino da festa da Transfiguração do Senhor, Tradição Bizantina.
[2] Bento XVI, Jesus de Nazaré, capitulo 09.
[3] Orígenes. In Lev., Hom.VI, 2.
[4] Idem (2).
[5] Simbolo Niceno Constantinopolitano.
[6] Idem (4).
[7] Bento XVI, Jesus de Nazaré, capitulo 09.

5 chaves apresentadas pelo Papa Francisco para ser um bom pai

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Ao comemorar o Dia dos Pais neste domingo, no Brasil, a ACI Digital compartilha cinco chaves para ser um bom pai, extraídas da audiência geral do Papa Francisco de 4 de fevereiro de 2015, quando falou sobre “o aspecto positivo” da “figura do pai de família”.

1. Alegrar-se com o correto
“Toda família necessita de um pai. Um pai que não se vanglorie de que seu filho seja parecido com ele, mas sem que se alegre de que aprenda a retidão e a sensatez que é o que conta na vida. Esta será a melhor herança que poderá transmitir ao filho e se sentirá cheio de alegria quando ver que a recebeu e aproveitou”.

2. Educar com carinho
“O pai ensina o que o filho ainda não sabe: corrigir os erros que ainda não vê, orientar seu coração, protege-lo no desânimo e na dificuldade. Tudo isso com proximidade, doçura e com uma firmeza que não humilha”.

3. Acompanhar com paciência
“Estar presente na família, compartilhar as alegrias e tristezas com a esposa, acompanhar as crianças na medida em que crescem. A parábola evangélica do Filho Pródigo nos mostra o pai que espera na porta de casa o retorno do filho que se equivocou. Sabe esperar, sabe perdoar, sabe corrigir”.
“Também hoje os filhos, ao voltar para casa com seus fracassos, necessitam de um pai que os espere, que os proteja, os anime, ensine como seguir pelo bom caminho. Às vezes tem que castigá-los, mas nunca lhe dá uma bofetada na cara”.

4. Rezar com confiança
“Muitas vezes os filhos não admitirão os fracassos, mas necessitam do pai como todos necessitamos acudir ao único Bom Pai, como disse o Evangelho, ao Pai nosso que está no céu”.

5. Seguir São José
“Peçamos ao Senhor que nunca falte nas famílias a presença de um bom pai, que seja mediador e guardião da fé na bondade, na justiça e na proteção de Deus, como foi São José”.

Site Acidigital

Domingo da Misericórdia Agosto 2016

DM AGOSTO site

Coração de Jesus, Fornalha ardente da Caridade

21 de AGOSTO às 8H

Pregações: Luiz Antônio e Irmã Adriana

Santa Missa com Padre Cadu às 15h

Entrada 2kg de alimento

LOCAL: Chácara Nossa Senhora das Graças (Alameda das Paineiras, Chácara 20, Setor Recreio dos Bandeirantes)

ÔNIBUS: Saindo do Clube da Luz (7h da manhã) e de Aparecida de Goiânia.
Teremos transporte na GO-070 para a Chácara Nossa Senhora das Graças.

INFORMAÇÕES: Clube da Luz: (62) 3247-2000 / 3298-3020