site Amigo da Luz

Participe do Domingo da Misericórdia na Luz da Vida!

domingo da misericordia

Tema: Coração de Jesus, fonte de vida e libertação

Traga toda a sua família para esta experiência de transformação!
Teremos adoração, pregação, atendimento de oração, Santa Missa e confissão.

Local: Chácara Nossa Senhora das Graças

Pregações com Luiz Antônio, fundador da Comunidade Luz da Vida.

Weslaine Cardoso - Consagrada Luz da Vida

Santa Missa presidida por pe. Marcos Rogério

Entrada: 2kg de alimentos não-perecíveis

Ônibus saindo da Casa de Missão (Ap. de Gyn) e Clube da Luz.

Teremos transporte na GO-070 para a Chácara Nossa Senhora das Graças.

Informações: (62) 3247-2000 e 3298-3020

Salvos pelos Céus: sete meses confinados na abóbada de uma igreja escondidos dos nazistas

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“Emparedados vivos”, diz a inscrição sobre uma das paredes da igreja, com uma data: 3 de novembro de 1943. Neste dia iniciava-se a aventura de um grupo de homens – judeus, desertores e outros procurados pelo regime nazista – em fuga das forças alemãs que então ocupavam Roma. Uma história que permaneceu esquecida por mais de 40 anos até ser revelada por pr. Ezio Marcelli, sacerdote da comunidade redentorista e testemunha ocular dos acontecimentos que se seguiriam. Após o armistício firmado em 8 de setembro, Roma vivia um momento muito difícil: sequer as igrejas e conventos eram poupados das incursões nazistas. A situação tornara-se demasiado arriscada mesmo para os padres redentoristas, que vinham abrigando secretamente judeus e outros refugiados nos anexos da igreja de São Joaquim em Prati. No livro de registros da comunidade pode-se ler, numa anotação datada de 24 de outubro de 1943: “toda a comunidade está hoje reunida para decidir acerca de assuntos muito delicados”. Tratava-se de definir o destino dos “hóspedes”. Após a deliberação, decidem oficialmente por “dispensá-los”, mas a história tomaria um rumo diferente.

Nos conta o padre Ezio: “Pietro Lastini, engenheiro assistente da comunidade, tomou a dianteira e disse ao grupo: aqueles que desejam permanecer conosco devem seguir-me até o cômodo que vou indicar”. Todos concordaram de imediato. Mas o tal “cômodo” era, na verdade, nada mais que uma área interna ao forro da abóboda da igreja, transformada em esconderijo improvisado; ali, aqueles jovens – o mais velho do grupo tinha 35 anos – concordavam em aceitar o isolamento, confinados pela espessa parede de tijolos então erguida para escondê-los; e ao assentar-se o último tijolo, o mais jovem do grupo, e que não passava de um adolescente, desmaiou ao entender que estaria separado do mundo por um tempo que ninguém poderia prever. Apenas três sacerdotes foram informados da operação, recebendo a incumbência de dar toda a assistência necessária aos foragidos e manter o mais absoluto sigilo; entre estes estava seu superior, padre Antonio Dressino. Outra protagonista a desempenhar um papel de indiscutível importância seria a irmã Margherita Bérnes, das Filhas da Caridade, cujo convento situava-se de fronte à igreja, e que ficou responsável por cozinhar diariamente para os refugiados – cujo número chegaria à casa dos trinta, e entre os quais ao menos três pessoas de ascendência judaica constam nos registros: os irmãos Finzi e Leopoldo Moscati.

E assim se passaram sete meses, até o dia 7 de junho de 1944. Neste período, a única via de comunicação com o mundo exterior era pela janela da abóboda, pela qual passava-se a comida e, quando necessário, uma ou outra pessoa – alguém com problemas de saúde ou outra emergência qualquer. “Na noite de Natal de 1943” – conta o padre Ezio – “por ali subiu ao sótão um sacerdote, para celebrar a missa entre os refugiados. Foi uma noite inesquecível”. No sótão se vivia em silêncio, principalmente durante a noite, quando a igreja estava fechada, de modo a não levantar suspeitas. O trânsito pela janela da abóboda era especialmente difícil nas noites enluaradas, quando os cuidados para que ninguém fosse visto tinham que ser redobrados.

Naquele sótão, a vida estava confinada ao tablado de madeira que margeava o forro – uma faixa com menos de dois metros de largura – porque não se podia pisar na área central – o forro não suportaria o peso. Mas mesmo assim, os refugiados não se deixavam abater; tratavam de ocupar o tempo conforme era possível. E assim, em 4 de novembro deram início a um campeonato de baralho, e no dia seguinte implementavam um serviço postal. Logo passaram a receber alguns jornais, jogos de tabuleiro, palavras cruzadas. A companhia era muito variada; gente de diferentes idades, origens e convicções políticas. Alguns de seus rostos foram imortalizados nos desenhos feitos nas paredes feitos por Luigi De Simoni, um dos abrigados. Num desses desenhos, o sub-tenente Franco Papini é retratado contando sua história à luz de velas. Era Papini quem mantinha um diário pessoal no qual narrava as dificuldades daqueles dias, e onde hoje podemos encontrar algumas informações preciosas. O “Coronel” – na verdade sub-tenente de infantaria – Clemente Gonfalone, parecia ser o mais assustado. Seguia recitando o rosário e fazendo orações todo o tempo, prometendo tornar-se padre caso conseguisse escapar com vida – promessa que mais tarde viria a honrar. Carlo Prosperi, apelidado de “Porchetta”, foi o protagonista de uma cena memorável no dia de Natal, em que fez o papel de uma enfermeira numa peça encenada pelo grupo. “Mas o mais importante de tudo” – lembra o padre Ezio – “foi a profunda comunhão que se estabeleceu entre aquelas pessoas. Naquele sótão constitui-se uma comunidade de afeto e ação”.

A paróquia de São Joaquim em Prati foi recentemente reconhecida pela Fundação Internacional Raoul Wallenberg (http://www.raoulwallenberg.net) como “Casa de Vida”. A cerimônia de entrega da condecoração deve ocorrer em breve.

Fonte: Aletéia

“As Vias do Progresso Espiritual - parte I e II”

RL Site

Um tesouro espiritual para busca da perfeição cristã!
De 05 a 09 de fevereiro, na Chácara Nossa Senhora das Graças.

Pregações, Santa Missa, atendimento de confissão, direção espiritual e muito mais!

O Senhor nos proporcionou o contato com uma formação riquíssima sobre a vida espiritual,
e eu decidi compartilhar com você para juntos crescermos na Comunhão com Deus.
Assim, você que deseja desenvolver-se nesta profunda intimidade com Deus participe deste retiro.
Já o ministrei em 2015 e decidi repeti-lo para que mais pessoas bebam desta preciosa graça!

Luiz Antônio de Paula
Fundador da Comunidade Luz da Vida

Informações: 3247 2000

Faça o Caminho na Luz 2016!

SLV - site

Você que deseja fazer parte de nossa Família, INSCREVA-SE!
Informações (62) 3247-2000 / 3298-3020.

Deus tem um propósito para cada ser humano, e pensando nisso a Comunidade Luz da Vida convida você a descobrir sua vocação durante o Caminho na Luz 2016. A vocação é um chamado a verdadeira liberdade, pois quando Deus nos chamou à vida, no seu coração de Pai, Ele já guardava desde toda a Eternidade um estado de vida, uma graça para enriquecer a pessoa e enviá-la à missão.

Fomos criados para sermos sementes no mundo, darmos frutos cem por um. A vocação é o meio que temos para mostrarmos a todos que é possível viver a santidade, ninguém é excluído do caminho do amor. Para a caminhada nós contamos com a Luz do Espírito Santo para nos ajudar a discernir a vontade de Deus para nossas vidas.
O Céu é o objetivo do vocacionado que deixa ser guiado pelos ensinamentos de Jesus, sendo testemunha viva Dele aqui na terra.
Para ingressar-se na Comunidade Luz da Vida, é preciso participar do Processo de Discernimento Vocacional – Caminho para Luz.
*Para saber mais a respeito, você pode entrar em contato com a Equipe de Formação Luz da Vida pelo telefone (62)3298-3020 ou pelo site: http://luzdavida.org.br/cadastro-caminho-da-luz nos enviando um e-mail: vocacao@luzdavida.org.br
Faça seu cadastro aqui: www.luzdavida.org.br/cadastro-caminho-da-luz

Data: 26 a 28/02

Informações: Clube da Luz: 3247-2000 / 3298-3020

Conheça nossa Vocação. Facebook: vocacaoluzdavida / carisma.luzdavida.

Hoje Igreja celebra a Conversão de São Paulo

Conversao de Sao Paulo

Em 25 de janeiro, a Igreja Católica celebra o dia em que São Paulo – então chamado Saulo – alcançou a conversão, a caminho de Damasco, para onde se dirigia para perseguir os cristãos.
Como se recorda, quando ia para Damasco, Saulo foi derrubado do cavalo pelo próprio Jesus por meio de uma luz do céu que brilhou sobre ele e seus companheiros, cegando-o por três dias. Durante esse tempo, Saulo permaneceu na casa de um judeu chamado Judas, sem comer nem beber.
O cristão Ananias, a pedido de Cristo, foi ao encontro de Saulo, que recuperou a vista e se converteu, recebendo o batismo e passando a pregar nas sinagogas sobre o Filho de Deus, com grande assombro de seus ouvintes. Assim, o antigo perseguidor se converteu em apóstolo e foi eleito por Deus como um de seus principais instrumentos para a conversão do mundo.
São Paulo nasceu no Tarso, Cilícia (atual Turquia) e seu pai era cidadão romano. Cresceu no seio de uma família em que a piedade era hereditária e muito ligada às tradições e observâncias dos fariseus. Colocaram-lhe o nome Saulo, e como também era cidadão romano levava o nome latino de Pablo (Paulo).
Para os judeus daquele tempo era bastante comum ter dois nomes, um hebreu e outro latino ou grego. Paulo será pois, o nome que utilizará o apóstolo para evangelizar os gentis.
O período que vai do ano 45 aos 57 foi o mais ativo e frutífero de sua vida. Compreende três grandes expedições apostólicas das quais Antioquia foi sempre o ponto de partida e que, invariavelmente, terminaram por uma visita à Jerusalém.
Os restos do santo descansam na Basílica de São Paulo Extramuros, em Roma. Este templo é o maior, depois da Basílica de São Pedro.

Site Acidigital

A misericórdia em Edith Stein.

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Santa Teresa Benedita da Cruz, testemunha de Deus durante o Holocausto, é um modelo para os tempos amargos que estamos vivendo
Edith Stein, grande santa alemã (nascida Teresa Benedita da Cruz) de ascendência judaica, filósofa de profunda inteligência especulativa, assistente do filósofo Edmund Husserl, padroeira da Europa.

Gostaria de recorda-la não apenas por ocasião da próxima jornada da memória (27 de janeiro, em homenagem às vítimas do Holocausto), mas porque na sua escola encontro a confiança na misericórdia que brilha apesar da escuridão do mal e da violência que caracteriza de forma tão dramática aquele “século breve” no qual essa santa carmelita viveu e morreu, em Auschwitz. Um de seus modelos bíblicos favoritos era a rainha Ester, que arriscou a vida para a salvação de seu povo.

“Penso sempre na rainha Ester que foi escolhida exatamente para interceder por seu povo diante do rei. Sou uma pequena Ester pobre, impotente, mas o Rei, que me escolheu, é infinitamente grande e misericordioso. Esta é uma grande consolação”, escreveu.

“Nunca gostei de pensar que a misericórdia de Deus esteja confinada na Igreja visível, Deus é a verdade. Quem procura a verdade procura a Deus, sabendo ou não”.

Esta esperança na misericórdia divina presente em Edith Stein, embora pessoalmente vivesse grandes dificuldades e perseguições, é exemplo para o nosso tempo, onde o mal e a violência continuam a prosperar insidiosamente. Assim, a Misericordiae Vultus, a bula do Jubileu extraordinário da Misericórdia, convida a “olhar para o futuro com esperança … uma Porta da Misericórdia, onde qualquer pessoa que entre poderá experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança”.

Mas como é que a misericórdia surge diante do mal? Edith Stein escreveu: “A íntima essência do amor está no dom de si”. As palavras da santa recordam os “verbos de ação” sugeridos pelo Arcebispo de Catanzaro-Squillace, Dom Vincenzo Bertolone, para o Ano Jubilar: ​​”Tomar a iniciativa sem medo”, “dar o primeiro passo”, “preceder no amor” “ir ao encontro” e “buscar os distantes”.

Diante do ciclo de violência que parece tornar amargo o presente e obscuro o horizonte do nosso futuro, conhecer a figura de Santa Teresa Benedita da Cruz, aqui apenas mencionada, pode dar-nos luz para colher e oferecer mais fortemente os sinais da presença e da proximidade misericordiosa de Deus.
Fonte: Zenit