Semana da Família em Aparecida de Goiânia

banner site ENCONTRO-DA-FAMILIA-EM-APARECIDA OK

Com o tema Espiritualidade Cristã na Família, um casamento que dá certo. De 10 a 16 de agosto na Casa de Missão da Comunidade
Luz da Vida. Venha participar dessa experiência de ser Família do Céu aqui na Terra!

Programação:

10/08 - missa às 16hs com Pe. Aurélio Vinhadele e logo após missa pregação com Luiz Antônio de Paulo - Fundador da Comunidade
Luz da Vida.
11/08 - missa às 19h30m - Dom Rodrigo.
12/08 - missa às 19h30m - Pe. Victor da Paróquia São João Batista.
13/08 - missa às 19h30m - Pe. Sérgio Neres - pregação Ary Júnior - consagrado de Aliança da Comunidade Luz da Vida.
14/08 - missa às 19h30m - Pe. Sérgio Neres - pregação Toninho da NAIOT.
15/08 - missa às 19h30m - Pe. Luiz Eduardo da Matriz Nossa Senhora Aparecida.
16/08 - missa às 19h - Dom Waldemar Passine Dalbelo.

Luz da Vida aqui a sua família é sagrada.

Visita surpresa de Francisco ao refeitório vaticano

banner site papacome

O Papa Francisco fez uma visita surpresa nesta sexta-feira ao refeitório localizado na zona industrial do Vaticano, onde almoçam funcionários da Santa Sé. Alguns já estavam à mesa, enquanto outros faziam fila no self-service, quando para surpresa de todos, por volta das 12h10min, entrou no recinto o inesperado hóspede.
O Santo Padre apresentou-se como um freqüentador habitual, ocupando normalmente um lugar na fila, segurando uma bandeja e aguardando a sua vez. Serviu-se de massa, uma porção de merluza, verdura gratinada e um pouco de batata frita. “Não tive coragem de apresentar a conta a ele”, confidenciou emocionada Claudia Di Giacomo, que naquele momento fazia serviço de caixa.
Francisco, sorridente, estendeu a mão a muitos dos presentes. Na mesa, sentou-se ao lado de cinco funcionários uniformizados da Farmácia vaticana. “Descrevemos o nosso trabalho, em quantos somos e como se desenvolve. E ele nos falou das suas origens italianas”, explicou um dos comensais. Seus colegas logo completaram, dizendo que falaram de futebol, mas também de economia.
A cada instante alguém se aproximava para um selfie. Máquinas fotográficas, celulares, tablets e toda a tecnologia disponível na ocasião foi usada para registrar o inusitado momento. Mesmo com o verdadeiro “assédio tecnológico”, o Papa Francisco continuou a sorrir e a comer, continuando a conversa com seus interlocutores.
No final do almoço, por volta das 12h50min, o Pontífice se levantou e com alguns operários posou para a clássica fotografia-recordação, num clima de grande familiaridade. Após conceder sua bênção aos presentes, subiu no carro de seu ajudante de quarto, Sandro Mariottti - que o acompanhou -, e retornou à Santa Marta.
O inesperado almoço durou cerca de quarenta minutos. Um tempo breve, mas suficiente para conhecer outro ângulo do mundo vaticano e das pessoas que nele trabalham.
Em 9 de agosto de 2013, Francisco havia visitado a fábrica de São Pedro, ocasião em que encontrou marceneiros, soldadores, hidráulicos, eletricistas e funcionários do L’Osservatore Romano. (JE)

Site da Rádio Vaticano

Recomeçou o jogo

banner eleiçao

Estava na cara que este ano teria dois tempos. Como no futebol. O primeiro tempo já foi, com a copa e tudo. Agora começa o segundo tempo. É o processo eleitoral, que terá seu desfecho em outubro.
Se no futebol é quase inevitável a suspeita de parcialidade do juiz, no processo eleitoral brasileiro a preocupação maior se refere, exatamente, aos vícios do sistema jurídico que rege as eleições.
Já faz tempo que o ordenamento eleitoral produz evidentes distorções, sobretudo pela demasiada influência do poder financeiro sobre as campanhas eleitorais.
Já faz tempo também que se tenta mudar este sistema, mas os que dele se beneficiam são também aqueles que usam o seu poder para impedir as mudanças necessárias.

Como sair deste impasse?
De um lado, estando atentos ao desenrolar destas eleições, para identificar com mais clareza os pontos que precisam ser modificados. Por mais viciadas que sejam, as campanhas eleitorais são sempre oportunidade de aprimorar o discernimento crítico da legislação em vigor.
Por outro lado, já cansamos de constatar que um Congresso Nacional, definido sob os condicionamentos do atual sistema eleitoral, não vai querer modificar os dispositivos que o produziram.
Ao mesmo tempo, precisamos nos dar conta que nossa Constituição já prevê instrumentos democráticos apropriados, que permitem aos cidadãos retomar em suas mãos a competência e a responsabilidade de assinalarem aos congressistas as mudanças que se fazem necessárias, e urgir que elas sejam feitas tempestivamente.
Pois bem, não vamos esperar o resultado eleitoral para nos mobilizarmos em torno das oportunidades de mostrar diretamente a vontade dos cidadãos sobre a reforma política.
Para isto, estão em andamento duas iniciativas, distintas e ao mesmo tempo convergentes, que podem receber nosso apoio político.
A primeira consiste num “Projeto de Iniciativa Popular pela Reforma Política e Eleições Limpas”, lançado pela “Coalizão Democrática”, que tomou força a partir de um convite para a participação lançado pela CNBB, que continua incentivando a coleta de assinaturas.
A outra iniciativa consiste na realização de um Plebiscito pela convocação de uma Assembléia Constituinte Exclusiva para realizar a Reforma Política. Este plebiscito será feito na Semana da Pátria. Se nos lembramos da força que teve o plebiscito contra a ALCA, podemos apostar neste também.
Pois bem, para este segundo tempo podemos nos escalar também, e entrar todos em campo, dispostos a enfrentar, se for preciso, uma suada prorrogação.

Dom Demétrio Valentini
Bispo de Jales

Site da Rádio Vaticano

JMJ no Brasil completa 1 ano

9382531513 2099eb21e9 z-600x300
A JMJ Rio2013 ocorreu no Brasil entre os dias 23 e 28 de julho. Com a presença do Papa Francisco, o evento reuniu milhões de jovens
 
 A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) completa nesta quarta-feira, 23, um ano da sua realização no Brasil. A cidade do Rio de Janeiro foi a responsável por receber os mais de 3,5 milhões de jovens, vindos de 175 países para um encontro com o Papa Francisco.
  
 “As festas da Acolhida”
 
Na segunda-feira, 22 de julho de 2013, o Pontífice preferiu ingressar no país pela porta do “imenso coração” brasileiro, conforme disse em seu primeiro discurso. Pediu permissão para entrar e disse o que ofereceria aos jovens. “Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo!”, afirmou.
 
Em contrapartida, os jovens o acolheram na quinta-feira, 25 de julho, com uma cerimônia de boas-vindas, na Praia de Copacabana. Segundo a organização, cerca de 1,2 milhão de jovens participaram da festa.
 
 “O Rio de Janeiro o recebe, e a todos os jovens que aqui estão e ainda virão, de braços e corações abertos. A casa é nossa! Obrigado por presidir este encontro tão aguardado pelos jovens e por todo o Brasil”, disse o arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, ao Santo Padre.
 
A resposta do Sucessor de Pedro à acolhida foi semelhante às palavras do Apóstolo no Monte Tabor (cf. Mt 17, 4). “É bom estar aqui juntos unidos em torno de Jesus!”, disse Francisco, que completou: “É Ele quem nos acolhe e se faz presente em meio a nós, aqui no Rio”.
 
Falando aos jovens que o acolhiam, Francisco usou um pouco do vocabulário brasileiro. “’Bote Cristo’ na sua vida”, exclamou o Papa em terras cariocas, onde o verbo “botar” ganha significado especial.
 
“‘Bote Cristo’: Ele lhe acolhe no Sacramento do perdão, para curar, com a sua misericórdia, as feridas do pecado. Não tenham medo de pedir perdão a Deus. Ele nunca se cansa de nos perdoar, como um pai que nos ama.”, reforçou o Santo Padre na Festa da Acolhida.
 
 
 Mas por que dedicar um dia para recordar o sofrimento de Cristo na cruz? O Papa respondeu: “Na cruz de Cristo, está todo o amor de Deus, a sua imensa misericórdia. E este é um amor em que podemos confiar, em que podemos crer.”
 
Francisco apontou aos jovens, a partir da Via Crucis, o caminho para a vida. “Levamos as nossas alegrias, os nossos sofrimentos, os nossos fracassos para a cruz de Cristo; encontraremos um coração aberto que nos compreende, perdoa, ama e pede para levar este mesmo amor para a nossa vida, para amar cada irmão e irmã com este mesmo amor”.
 
Um sábado de Vigília
 
A “sexta-feira da Paixão” chega ao fim. O sábado desponta. Era 27 de julho de 2013, o penúltimo dia do Pontífice no Brasil. Chegara o momento da Vigília com o Papa, talvez a atividade mais esperada pelos peregrinos.
 
 
A Praia de Copacabana assumiu então a função de Campus Fidei – o Campo da Fé –, substituindo a região de Guaratiba, zona oeste do Rio de Janeiro, impossibilitada de receber o evento devido às fortes chuvas que atingiram o local nos dias anteriores.
 
Em peregrinação, como é próprio das jornadas, uma multidão saiu caminhando, da Central do Brasil, passando pela Avenida Presidente Vargas, Avenida Rio Branco, Aterro do Flamengo, Enseada de Botafogo, Rua Lauro Sodré e chegando a Copacabana. No total, foram 9,5 km de peregrinação.
 
A Vigília teve início às 19h30, pontualmente. Cerca de 3,5 milhões de peregrinos acamparam à beira da praia e estavam prontos para o encontro com o Cristo, Aquele que o Papa veio trazer aos jovens.
 
Francisco repetiu o gesto de Jesus à beira do Mar da Galileia e, em nome Dele, lançou as redes: “o Senhor precisa de vocês”, disse o Papa à multidão. “Também hoje Ele chama a cada um de vocês para segui-lo na sua Igreja, para serem missionários. Queridos jovens, o Senhor hoje nos chama. Não a todos e sim a cada um de vocês, individualmente. Escutem essa palavra nos seus corações, que fala a vocês”.
 
Após as palavras do Papa, a juventude participou de um momento de adoração ao Santíssimo Sacramento. A cena foi marcante: mais de três milhões de jovens, numa das praias mais badaladas do Rio, em silêncio profundo, adorando a Jesus.
 
Conclui-se a adoração; o Papa despediu-se da multidão, que permanecera na praia durante toda a madrugada. Os moradores de Copacabana não foram indiferentes à cena pouco comum: durante a madrugada, foram à orla e ofereceram chocolate quente aos jovens. De fato, a praia de Copacabana passava por uma ressurreição. Algo novo acontecia naquele lugar.
 
Domingo: ressurreição, começo da missão
 
Dia 27 de julho. O dia amanhece e, possivelmente, percebe-se que chegara também o último dia de Francisco no Brasil. A hora de ser missionário se aproximava. Afinal, esta foi a proposta da JMJ Rio2013: “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações! (Mateus 28,19)”.
 
Às 10h, iniciava-se a Missa de Envio, último Ato Central da Jornada Mundial da Juventude 2013. A organização da JMJ afirmou que 3,7 milhões de pessoas participaram da celebração.
 
Na homilia, seguindo a motivação do encontro, o Papa afirmou aos jovens: “A Igreja precisa de vocês, do entusiasmo, da criatividade e da alegria que os caracterizam!” Neste sentido, recordou o apóstolo do Brasil, o bem-aventurado José de Anchieta, que partiu em missão quando tinha apenas dezenove anos.
 
Em seguida, apresentou o roteiro de missão com uma pergunta provocativa: “Sabem qual é o melhor instrumento para evangelizar os jovens? Outro jovem!”. “Queridos jovens, regressando às suas casas, não tenham medo de ser generosos com Cristo, de testemunhar o seu Evangelho!”, pediu o Santo Padre.
 
O Papa Francisco concluiu suas palavras reforçando aos jovens presentes na Praia de Copacabana, e a todos os outros que acompanham a Missa de Envio pelos meios de comunicação, que levar o Evangelho às pessoas é levar a força de Deus a todos os lugares.
 
“Jesus Cristo conta com vocês! A Igreja conta com vocês! O Papa conta com vocês! Que Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, os acompanhe sempre com a sua ternura: ‘Ide e fazei discípulos entre todas as nações’”, recordou o Sucessor de Pedro.
 
Além dos Atos Centrais, o evento também contou com 264 locais de catequese, em 25 idiomas. Foram 60 mil voluntários, mais de 800 artistas participantes dos Atos Centrais. Um total de 100 confessionários foram expostos na Feira Vocacional e no Largo da Carioca e 4 milhões de hóstias produzidas, 800 mil para Missa de Envio. [Leia todas as notícias sobre o evento]
 
Com números positivos, os católicos celebram o êxito da Jornada Mundial Juventude Rio2013. Porém, após um ano da maior festa jovem da Igreja, os olhos do mundo estão voltado para os horizontes da Polônia onde, daqui a dois anos, será celebrada a próxima JMJ, em Cracóvia, terra de João Paulo II, criador das Jornadas.
 
 

Dia de luto: "Por favor, parem. É hora de parar!"

banner gaza

Após a oração mariana do Angelus, o Papa Francisco – recordando que as crianças são as maiores vítimas das guerras - lançou um veemente apelo pelo fim dos conflitos: Parem! O Pontífice reiterou o pedido para se rezar pela paz e que as negociações e o diálogo tenham precedência sobre o conflito.
O Santo Padre iniciou sua mensagem recordando que nesta segunda-feira, 28, - dia de luto - recorre o centenário do início da Primeira Guerra Mundial, um conflito definido por Bento XVI como “tragédia inútil”, pelas milhares de vítimas e grande destruição que provocou. E desejou que se aprenda com a história para não se repetir os erros do passado.
O Oriente Médio, o Iraque e a Ucrânia, foram as três “zonas de crise” que receberam a atenção do Pontífice, mais uma vez, neste domingo, que reiterou o pedido de orações e a precedência do diálogo e da negociação sobre os conflitos:
“Em particular, o meu pensamento se dirige a três zonas de crise: a médio oriental, a iraquiana e a ucraniana. Vos peço para que continuem a se unir à minha oração para que o Senhor conceda às populações e às autoridades daquelas áreas a sabedoria e a força necessária para levar em frente, com determinação, o caminho da paz, enfrentando cada disputa com a firmeza do diálogo e da negociação e com a força da reconciliação. Que no centro de cada decisão não sejam colocados os interesses particulares, mas o bem comum e o respeito por cada pessoa”.
Ao recordar que tudo se perde com a guerra e nada se perde com a paz, Francisco voltou seu olhar para as crianças, as maiores vítimas inocentes dos conflitos, e faz um apelo veemente para que cessem os conflitos:
“Nunca a guerra. Penso sobretudo nas crianças, das quais se tira a esperança de uma vida digna, de um futuro: crianças mortas, crianças feridas, crianças mutiladas, crianças órfãs, crianças que têm como brinquedos resíduos bélicos, crianças que não sabem sorrir. Parem, por favor! Vos peço de todo o coração. É hora de parar! Parem, por favor!”. (JE)

Site da Rádio Vaticano

"A violência se vence com a paz"

banner papa

Após a oração mariana do Angelus deste domingo, o Papa Francisco fez o seguinte apelo:

"Recebi com preocupação as notícias que chegam das comunidades cristãs de Mossul, no Iraque, e outras partes do Oriente Médio, onde essas comunidades, desde o início do Cristianismo, viveram com seus cidadãos oferecendo uma contribuição significativa para o bem da sociedade. Hoje são perseguidas. Os nossos irmãos são perseguidos, são expulsos, devem deixar suas casas sem ter a possibilidade de levar nada consigo. Asseguro a estas famílias e a estas pessoas a minha proximidade e oração constante. Queridos irmãos e irmãs tão perseguidos, eu sei o quanto vocês sofrem. Eu sei que vocês são despojados de tudo. Estou com vocês na fé Naquele que venceu o mal."
O pontífice pediu aos fiéis reunidos na Praça São Pedro e aos que acompanhavam o Angelus de suas casas para fazerem um momento de oração silenciosa pelos cristãos perseguidos e a perseverarem na oração pelas situações de tensão e conflito que persistem em várias partes do mundo, especialmente no Oriente Médio e na Ucrânia.
"Que o Deus da paz desperte o desejo autêntico de diálogo e reconciliação. A violência não pode ser vencida com a violência. A violência se vence com a paz", disse o pontífice, que pediu aos fiéis para rezarem também por ele. (MJ)

Site da Rádio Vaticano